Contaminates no óleo lubrificante.

 

 

O Problema com os Filtros de Óleo
Motores, caixas de redução, diferenciais, turbinas e qualquer outro tipo de máquinas compostas por partes móveis construídas em metal e lubrificadas por óleo, estão constantemente gerando partículas metálicas. Essas partículas são provenientes do atrito provocado pelo funcionamento dessas peças. Mesmo sendo lubrificadas, num determinado momento existe o contato metal com metal, e devido as diferentes durezas que compõe os sistemas, micro partículas são geradas e lançadas no óleo lubrificante, que além de lubrificar (como o próprio nome diz), tem também a função de “limpar” internamente esses sistemas.

Para diminuir a quantidade de partículas metálicas circulando pelo óleo lubrificante, são aplicados filtros de óleo a maioria dos sistemas, que tem como principal função, capturar e reter a maioria dessas partículas.

Você deve estar se perguntando. Por que reter a maioria e não todas as partículas?

A resposta esta na limitação técnica dos filtros de óleo lubrificante, pois é necessário haver um equilíbrio entre alguns aspectos importantes:

Fluxo de óleo para lubrificar as partes móveis em máxima exigência, perda de carga ao passar pelo elemento filtrante, tamanho do filtro, dimensionamento do volume de óleo no sistema (cárter), calculo das pressões de trabalho, taxas de saturação além de outros aspectos e principalmente os custos. Chegou-se a um filtro capaz de capturar e reter partículas com até 25 mícron. Partículas menores que 25 mícron circulam livremente pelo motor ou sistema, provocando muito mais desgaste ao longo do tempo (leia sobre os estudos da SAE em outro capítulo desse material), porém, como foi dito, é necessário chegar a um equilíbrio entre todos os aspectos apontados e esse foi o escolhido. Com isso, temos uma vida média de um motor a combustão interna, tendo sua manutenção feita adequadamente limitada entre 150.000 e 200.000 Km (média para motores de 4 cilindros a gasolina/álcool que operam em centros urbanos).

 

Se pudéssemos filtrar partículas metálicas maiores ou iguais a 1 mícron, a vida útil de motores seria aumentada de forma espantosa (3 a 5 vezes mais).

 

 

O Problema das micro partículas recirculantes.    

 

Alguns aspectos devem ser compreendidos para explicar essa questão. De uma forma simples, podemos entender que uma vez que meu filtro não captura e retém partículas metálicas menores de 25 microm, e que essas partículas circulam livremente pelo meu motor, a medida que elas entram em contato com as partes móveis sendo levadas pelo óleo, elas geram mais partículas, pois funcionam como um abrasivo. E partículas geram partículas de uma forma exponencial. E uma vez que essas partículas destroem, ou iniciam a destruição dessas partes que elas entram em contato, geralmente inicia-se um processo contínuo, pois temos tratamentos superficiais que “endurecem” as camadas externas dessas peças (partes que estão em atrito constante) e uma vez destruída essa camada, teremos uma tremenda queda de sua resistência. Ou seja, é o princípio do fim da vida útil do seu motor, caixa de cambio, diferencial, sistema hidráulico,etc…

Além disso, as partículas metálicas circulando pelo seu óleo lubrificante, além de provocar desgastes na parte física do motor, aumentam o processo de degradação do óleo lubrificante, abrindo uma nova frente de ataque ao seu sistema.

Imagine, micro esferas (na verdade não são esferas) constituídas de metal extremamente duro, que devido às tolerâncias de montagem e usinagem das peças do seu motor, conseguem “entrar” em todas as partes. Todas as partes!! Estão entre as superfícies de contato entre os anéis dos pistões e as camisas do cilindro, entre os casquilhos e o virabrequim, entre o eixo cames do comando de válvulas e o tucho das válvulas, etc…

Quando uma dessas partículas está entre essas partes destruindo suas superfícies, o atrito provocado por esse “trabalho” tem como resultado o calor. Um calor extremamente alto, porém localizado num micro ponto. Esse calor, localizado nesse micro ponto, além de destruir o metal das partes móveis, destrói as propriedades lubrificantes do óleo na forma de oxidação (podemos entender oxidação por queima). Então basta pensarmos que temos milhões de partículas metálicas, corroendo minhas partes móveis e destruindo meu óleo lubrificante, ou seja, tudo está contribuindo para o desgaste do meu motor. 

Algo em torno de 15 a 20% do seu óleo lubrificante são aditivos, que cada fabricante adiciona e mantém isso guardado à sete chaves, sendo que pouquíssimas pessoas tem acesso a formula completa. Alguns desses metais que circulam no interior do seu motor, possuem características mais oxidantes que outros, ou seja, alguns metais como por exemplo as ligas de cobre, possuem propriedades mais agressivas na hora de destruir seus aditivos, com isso a viscosidade, as propriedades detergentes, as propriedades que regularizam a acidez do óleo são destruídas mais rapidamente. Remover essas partículas é quase que uma necessidade.

A SAE – Society of Automotive Engineers – Sociedade dos Engenheiros Automotivos, realizou uma série de estudos (SAE 881825, SAE 952554, SAE 881827), onde foi comprovado que:

 

“Contaminação de óleo lubrificante é a maior causa de desgaste a motores.”

 

“Desgaste seria reduzido em 70%, se fosse possível filtrar partículas de 15μm a 40μm.”

 

“Partículas compreendidas entre 1μm a 10μm, causam 3,5 Xs mais desgaste que partículas acima de 10μm” – devido às tolerâncias modernas de usinagem e montagem.

 

Ou seja, remover as partículas metálicas além de garantir a integridade física das suas partes móveis, garante a manutenção da integridade química do seu óleo lubrificante. Acabamos entrando um ciclo vicioso, que uma vez quebrado, teremos benefícios altíssimos.

 

Bom, até agora falamos de partículas metálicas. E toda a sílica que encontramos no óleo lubrificante? Vamos entender como sílica, toda aquele particulado proveniente da poeira que de uma forma ou outra “entra” no seu motor pelo filtro de ar saturado ou mal posicionado. Ou pela formação natural decorrente da queima de combustíveis fósseis, especialmente o óleo diesel.

Realmente trata-se de “areia” no seu motor. Se essa partícula tiver um tamanho menor que 25 microm, seu filtro de óleo tratará, exatamente como tratará as partículas metálicas, deixando-as circular livremente pelo motor. Não se esqueça que a sílica é tão nociva quanto as partículas metálicas, e removê-las é de extrema importância também.

 

No Brasil, devido uma falta de conhecimento aliada aos preços abusivos das auto peças, muitos proprietários de automóveis, caminhões e máquinas, questionam a troca de elementos filtrantes. Sempre tentam usar um pouco a mais. Trocam o óleo, mas não trocam o filtro, “batem um ar” no filtro de ar do motor e usam além das recomendações dos fabricantes. Os filtros de combustível, geralmente só são lembrados quando entopem devido à saturação, ou quando a bomba de combustível “queima”. Essa economia de “palitos” se mostra extremamente cara, quando perde-se um motor por falta de lubrificação, ou por entupimento do sistema de injeção de combustível, ou até mesmo pela drástica diminuição da vida útil.

 

Essas micro partículas também estão presentes no combustível, e nos sistemas atuais de injeção que trabalham com altíssimas pressões, são igualmente danosas. Ha dez anos, trabalhávamos com pressões na ordem de 3.000 psi. Hoje em alguns casos especialmente o diesel, temos pressões de até 30.000 psi. Imagine o que partículas metálicas, que são extremamente comuns nos combustíveis, “empurradas” a essas pressões causam nas bombas, nos circuitos e nos bicos injetores!

Remover esses contaminantes é de extrema importância para a redução dos custos de manutenção e aumento da vida útil do sistema.

Lembre-se que existe um logo caminho composto por kilometros e kilometros de dutos de aço e reservatórios metálicos até o combustível chegar ao tanque do seu veículo. Pense no estado de conservação desses sistemas, pense no estado de conservação do tanque de seu próprio veículo. Ferrugem? Sim, a ferrugem também é um contaminante metálico que está mais presente do que podemos imaginar.

E já que estamos falando de combustíveis, você já ouviu falar nos “HUMbug`s”?

HUMbug`s são microorganismos indesejáveis que habitam na interface água/combustível, e que crescem a uma proporção espantosa entupindo e destruindo tudo por onde passam. Você deve estar se perguntando. Meu Deus! Mais essa? Água no combustível? Parasitas no combustível? Sim!!! Faz parte da tecnologia atual, faz parte dos combustíveis e temos pouca ação sobre isso. Simplesmente paramos nos postos de abastecimento, e mandamos encher o tanque. Talvez daqui a cinqüenta anos, quando enchermos os tanque de água e nossos motores forem movidos a hidrogênio, os problemas serão outros. Agora, com os combustíveis fósseis, temos que nos preocupar com as contaminações por partículas metálicas, sílicas, microorganismos e etc…

 

Definitivamente são inimigos invisíveis que devem ser combatidos. Pelo bem do seu investimento e do seu bolso.

 

 

Solução – FilterMag faz qualquer filtro trabalhar melhor.

 

FilterMag desenvolveu um produto especialmente concebido e patenteado para capturar e deter  as pequenas partículas prejudiciais que estão muito abaixo da capacidade de retenção do filtro de óleo.

Quando se utiliza FilterMag, o fluxo de óleo não é restringido, uma vez que as partículas retidas estão firmemente mantidas contra a parede interior do recipiente do filtro de óleo, sendo assim o óleo flui normalmente reduzindo a saturação do elemento filtrante adicionando mais um fator econômico de vantagem na utilização de FilterMag.

FilterMag é um sistema de super imãs acoplado magneticamente à parte externa de um filtro comum, capaz de formar um forte campo magnético que e o responsável pela atração das partículas e que pode ser removido uma vez que o filtro for substituído, sendo acoplado novamente no novo elemento filtrante, garantindo uma perfeita e constante limpeza do óleo e por conseqüência a maior durabilidade do seu motor. 

 

Mantenha o óleo limpo com FilterMag.

 

Removendo as partículas metálicas e silicatos do seu óleo, você o mantém limpo e íntegro por mais tempo, além de evitar o desgaste prematuro do seu motor, muito dinheiro pode ser economizado em trocas de óleo e filtros.

 

Como FilterMag é instalado?

 

A instalação é tão simples, que dizemos que FilterMag se instala sozinho!!! A força magnética é tão intensa, que basta aproximá-lo do filtro de óleo que a atração entre a parede de aço do filtro e os imãs se encarregam do serviço. Cuidados com as mãos devem ser tomados a fim de se evitar prensamentos. Para remover FilterMag, faça-o apenas quando o conjunto filtro/FilterMag já estiver desconectado do motor. Nunca remova o FilterMag antes de remover completamente o filtro do motor. Após isso, use preferencialmente um dispositivo tipo prisioneiro para afastar o FilterMag da parede do filtro, colocando-o imediatamente no novo filtro que será instalado no automóvel.

 

Como FilterMag é construído?

 

A construção de FilterMag é relativamente simples. É composto basicamente de três partes: A carcaça externa construída em ZYTEL, um polímero desenvolvido pela Dupont, capaz de suportar temperaturas extremas sem se deteriorar.

Na parte interna, os imãs mais poderosos do planeta, formam o contorno que magnetizará a parede do filtro de óleo capturando as partículas.

Na parte externa, um poderoso escudo, se encarrega de proteger os sistemas eletrônicos dos automóveis impedindo que parte do fluxo magnético (que seria desperdiçado) saia e ao mesmo tempo, esse escudo redireciona esse fluxo magnético que seria perdido, para o centro do filtro de óleo, ajudando na captura das indesejáveis partículas.